ASCENDÊNCIA, COLATERAIS E DESCENDÊNCIA DE JOSÉ SATURNINO PEREIRA DE MEDEIROS
Capitão-Mor THOMAZ DE ARAÚJO PEREIRA (Primeiro) CAPITÃO-MOR DO REGIMENTO DE CAVALARIA DE ORDENANÇAS DA RIBERIA DO SERIDÓ fincou morada na Ribeira do Seridó nos idos de 1720. Ele é natural da Viana, Portugal, e Maria da Conceição de Mendonça, natural da Freguesia de Nossa Senhora das Neves, da cidade da Paraíba. Seus filhos José de Araújo Pereira, Thomaz de Araújo Pereira (considerado o segundo no nome), João Damasceno Pereira, e outros. Estes, por sua vez, eram casados com as irmãs Thereza de Jesus Maria e Maria dos Santos Medeiros (filhas de Rodrigo de Medeiros Rocha, português da Ilha de São Miguel, nos Açores, e de Apolônia Barbosa de Araújo, filha de Pedro Ferreira das Neves e Custódia de Amorim Valcácer, outra filha de Thomaz e Thereza. Portanto Thomaz Lourenço e Maria Rosa eram primos legítimos. Thereza Maria José era casada com Manoel Rodrigues da Cruz. Por isso um dos filhos de Thomaz Lourenço e Maria Rosa tinha o mesmo nome do avô.
Atualmente, no Município de São Paulo do Potengi/RN, existe uma praça que leva o seu nome, localizada no centro da cidade desde o ano de 2008. Diversas entidades, dentre elas o Sindicato do Comércio Varejista e a Loja Maçônica Acácia do Potengi, solicitaram que a antiga "Praça da Matriz" passasse a ser chamada Praça Monsenhor Expedito, pedido atendido pela Câmara Municipal, que aprovou a mudança de nome do logradouro. A praça foi revitalizada e ganhou uma estátua em tamanho natural do padre, inaugurada em 16 de janeiro de 2008, oito anos após seu falecimento, durante missa celebrada pelo Arcebispo de Natal, Dom Matias Patrício de Macêdo, com a presença de diversos padres e milhares de pessoas. A estátua fica no mesmo local onde está fixado o monumento de inauguração da Adutora Monsenhor Expedito, inaugurada em São Paulo do Potengi no dia 13 de maio de 1999. Além da Praça, diversas outras organizações e edifícios possuem o nome do antigo vigário: Associação Amigos de Monsenhor Expedito, Grupo de Idosos Monsenhor Expedito, Escola Monsenhor Expedito, Grupo Escoteiro Monsenhor Expedito e, mais recentemente, um novo bairro levou o nome do padre.
Atualmente, no Município de São Paulo do Potengi/RN, existe uma praça que leva o seu nome, localizada no centro da cidade desde o ano de 2008. Diversas entidades, dentre elas o Sindicato do Comércio Varejista e a Loja Maçônica Acácia do Potengi, solicitaram que a antiga "Praça da Matriz" passasse a ser chamada Praça Monsenhor Expedito, pedido atendido pela Câmara Municipal, que aprovou a mudança de nome do logradouro. A praça foi revitalizada e ganhou uma estátua em tamanho natural do padre, inaugurada em 16 de janeiro de 2008, oito anos após seu falecimento, durante missa celebrada pelo Arcebispo de Natal, Dom Matias Patrício de Macêdo, com a presença de diversos padres e milhares de pessoas. A estátua fica no mesmo local onde está fixado o monumento de inauguração da Adutora Monsenhor Expedito, inaugurada em São Paulo do Potengi no dia 13 de maio de 1999. Além da Praça, diversas outras organizações e edifícios possuem o nome do antigo vigário: Associação Amigos de Monsenhor Expedito, Grupo de Idosos Monsenhor Expedito, Escola Monsenhor Expedito, Grupo Escoteiro Monsenhor Expedito e, mais recentemente, um novo bairro levou o nome do padre.
JOÃO RAPHAEL DANTAS (1888 - 1975). Filho de Maria Benta de Albuquerque e Pedro Paulo de Medeiros Dantas, sendo portanto, bisneto do Major Antônio Pires de Albuquerque Galvão (Primeiro). Genitor de José Saturnino Pereira de Medeiros (1924/2014). Faleceu com 87 anos, e foi casado com Joana Petronilla de Medeiros. João Raphael foi reverenciado na obra histórica de Antônio Quintino filho, notadamente por relevantes contribuições em informações para a composição da mesma.
Nascimento: 16 de Maio de 1888 - Currais Novos, RN, Brasil
Falecimento: 27 de Jun de 1975 - Currais Novos, RN, Brasil
Pais: Pedro Paulo de Medeiros Dantas e Maria Benta de Albuquerque
Irmãos: Bellino, Porfíria Alexandrina, Maria, Manoel Sérgio, Guilhermina, Francisco Sátiro, Anunciada Cândida, Ana Maria, Enedina, Irineu Leopoldo e André
Da árvore gerenciada por J. G. S. Fernandes do Brasil
Pedro Paulo de Medeiros Dantas
Seu pai
Maria Benta de Albuquerque
Sua mãe
Manoel Sérgio de Medeiros
Seu irmão
Francisco Sátiro de Medeiros
Seu irmão
Ana Maria de Jesus
Sua irmã
Anunciada Cândida de Medeiros
Sua irmã
Enedina Pires de Albuquerque
Sua irmã
Irineu Leopoldo Dantas
Seu irmão
André Pires de Medeiros
Seu irmão
Maria Pires de Albuquerque
Sua meia-irmã
Rita Pires de Medeiros
Sua sobrinha
Libânia Deolinda de Araújo
Sua sobrinha
Francisca Deolinda de Medeiros
Sua sobrinha
Antônio Pires de Albuquerque Galvão
Seu tio
Antonino Porfírio de Albuquerque Galvão
Seu tio
Manoel Pires de Albuquerque Galvão
Seu tio
Antônio Pires de Albuquerque Galvão, Jr.
Seu avô materno
Porfíria Alexandrina de Jesus
Sua avó materna
Bellino Pires de Albuquerque Galvão
Seu padrasto
Bellino Pires
Seu meio-irmão
Porfíria Alexandrina de Jesus
Sua meia-irmã
Guilhermina Pires
Sua meia-irmã
Deolinda Libânia de Araújo
Sua cunhada
Gerôncio Pires de Medeiros
Seu sobrinho
Maria Benta de Medeiros
Sua sobrinha
Ana Medeiros
Sua sobrinha
Francisco Medeiros
Seu sobrinho
Antônio Paulo de Medeiros
Seu sobrinho
José Pires de Medeiros
Seu sobrinho
Luiz Gonzaga de Medeiros
Seu sobrinho
João Evangelista Medeiros
Seu sobrinho
Pedro Paulo de Medeiros
Seu sobrinho
Manoel Quinino de Medeiros
Seu sobrinho
Antônio Pires de Albuquerque Galvão (Primeiro)
Seu bisavô
Guilhermina Francisca de Medeiros
Sua bisavó
Tomaz Pires de Albuquerque Galvão
Seu tio
Guilhermina Francisca de Medeiros
Sua tia
Ana Maria de Albuquerque
Sua tia
Porfírio Pires de Albuquerque Galvão
Seu tio
Francisca Pires de Albuquerque
Sua tia
José Saturnino Pereira de Medeiros
Seu filho
Adaltiva Pereira de Medeiros
Sua neta
José Gentil Pereira de Medeiros
Seu bisneto
Altiva Pereira de Medeiros
Sua neta
Francisca Pires Galvão
Sua filha
Maria Benta Pires de Albuquerque
Sua filha
Antônio Pires de Albuquerque
Seu filho
Enéas Pereira de Medeiros
Seu neto
Antônio Quintino Filho, o primogênito de 16 irmãos, aos 98 anos nos brinda com o seu livro História de Currais Novos, em sua 2ª edição. Honestidade e rigor do historiador meticuloso e os resultados de suas árduas pesquisas em Currais Novos, Acari consultando várias pessoas, dentre as quais João Raphael Dantas (1888-1975), Félix Eufrásio de Araújo (1899-1979) constituem em rico legado às futuras gerações. A edição original data de 1987. O autor debruçou-se numa longa pesquisa, garimpou documentos, colheu informações, detalhou fatos com exatidão, num trabalho de reconhecida profundidade e carinho pela historiografia. Assim, a redação elaborada pela mão do Professor Quintino, mestre dedicado à língua portuguesa. Ademais assim se pronuncia o h istoriador JOABEL RODRIGUES: Este livro é o resultado de uma extensa e metódica pesquisa, empreendida pelo autor com o rigor que lhe é próprio. Será sempre uma referência para quem desejar conhecer a História de Currais Novos. Manoel Jaime Xavier Filho. Médico e escritor. Professor da UFPB.Um amigo da sabedoria.Afirmam fontes da Grécia antiga que, um dia, perguntaram a Pitágoras: Sois sábio? Ele respondeu: Não sou sábio. Sou amigo da sabedoria... Se essa pergunta fosse feita hoje ao professor Antônio Quintino, na sua gráfica-escritório, na sua casa, na rua da feira, certamente responderia a mesma coisa. De imediato, eu protestaria e lhe diria: O senhor não apenas é um sábio. É um paradigma de nossa geração. Sempre deu-nos lições discretas e exemplares de compromisso com a verdade, de disciplina intelectual, de pai e esposo, de um homem religioso, de historiador e de escritor. O senhor não sabe... mas posso dizer que, na minha busca de conhecimento da verdade e das luzes, o senhor tem sido um antigo referencial. Feliz quem teve e tem a oportunidade de percorrer os seus passos....
Genro e filha
Filho de Antônio Pires de Albuquerque Galvão (Terceiro) e de Porhíria Alexandrina de Jesus. São seus Irmãos: Francisco Pires Galvão (1873 - ?); Francisco Elviro Pires de Albuquerque (1874 – 1946); Antônio Pires de Albuquerque Galvão Filho (1876 - ?); Cipriano Pires Galvão (1878 – 1949); Leônidas Pires Galvão (1880 – 1966); Ana Pires Galvão: (1882-?); Lindolfo Pires Galvão (1884 – 1896); José Pires Galvão (1886 – 1952); Theresa Pires Galvão (1889 – 1978); Horácio Pires Galvão (1891 – 1950); Porfíria Eusébia Pires de Medeiros (1899 - ?) João Deão Pires Galvão (?/?); Júlio Pires Galvão (?/?) Gentil Pires Galvão (?/?); Regina Pires de Albuquerque (1908/?).
Cada indivíduo, que está na terra, neste momento, tem uma quantidade significativa de ascendentes, que a partir dos seus pais, cresce em progressão geométrica, se desprezarmos os casamentos entre parentes. Os pais são dois, os avós já são quatro, os bisavós, em número de 8, e os trisavós (ou terceiros avós) são 16. É uma progressão geométrica de razão 2 que começa com dois e que se expressa, em cada geração de ascendentes, como uma potência de 2. Assim, a quantidade de trisavós, que são dezesseis, é representada por 2 elevado a quarta potência. Quando você chega aos seus nonos avós, eles já são 1024 (2 elevado a 10 potência). Imagine a quantidade de ascendentes, em todo o mundo, se você recuar muitos anos atrás. Você, talvez, prefira que seu sobrenome seja Miranda Henriques, mas com certeza, você tem, através dos seus ascendentes passados, milhares de sobrenomes. Qualquer que seja o evento acontecido anos atrás, você ou um seu ascendente estava vivo. Assim, quando Buda nasceu, existia em algum lugar do mundo, um ascendente seu, contemporâneo do mestre, que talvez até tenha convivido com ele. Da mesma forma quando Jesus foi crucificado, alguém, que está na sua ascendência, era vivo nesta terra, e talvez estivesse lá, naquela hora. Em 1706, meus hexavós, João Machado de Miranda e Leonor Duarte de Azevedo, batizavam uma filha em São Gonçalo do Potengi, com o nome de Felizarda. Alguns dos ascendentes desses meus hexavós, podem ter presenciado o massacre de Uruassú, em 1645; Quando invadiram a Ilha de Manoel Gonçalves, em 1818, meu tetravô João Martins Ferreira, estava lá presente. Acredito, pois, que carregamos dentro de nós, a história da humanidade desde o seu início. Muitas vezes, fico me perguntando se alguns fenômenos que ocorrem com algumas pessoas não são frutos desses conhecimentos que vão passando de geração a geração, através de suas descendências. A holografia revela que a parte contém o todo. Na Matemática descobrimos que um segmento de reta contém a mesma quantidade de pontos que a própria reta. Assim, creio que toda vez que um ser é gerado, traz consigo informações do mundo passado. Nosso DNA pode ser mais valioso do que pensamos! Li durante muitos anos sobre diversos assuntos, sem nenhum preconceito científico ou de outra natureza. Mesmo como matemático que sou, li sobre astrologia, numerologia, quiromancia, rabdomancia, radiestesia e outras coisa mais. Interessei-me por espiritismo, reencarnação, zen, ioga, psicografia, e múltiplas personalidades. Sempre gostei de biografias, de estudar sobre gênios, escritores, pintores e músicos famosos. Muitos gênios falam de suas experiências relatando que alguns escritos, quadros, descobertas ou músicas surgiam como um todo nos seus cérebros. Por que algumas crianças se tornam geniais com poucos anos de vida? Como surge essa genialidade neles? Quando Chico Xavier psicografava, o que acontecia de verdade dentro do seu cérebro? Quando alguém faz regressão de vidas passadas, que partes do cérebro são ativadas que dão acesso as informação por elas relatadas? Como elas conseguem descrever paisagens, costumes, roupas de uma certa época do passado? Por que, de repente, uma pessoa, com múltiplas personalidades, acessa dentro de si, um indivíduo que fala inglês, se ela mesma não conhece nada dessa língua? O que de fato acontece lá dentro do seu cérebro que ativa um personagem, aparentemente, inexistente? De onde vêm tais informações ou ações? O hinduísmo fala em Registos Akáshicos, uma espécie de Biblioteca Virtual, que cada indivíduo possui, onde estão registradas todas as ações pretéritas. Mas, os estudos genealógicos me convencem, a cada dia, que tudo que existia, na época dos nossos ascendentes, vai passando de geração a geração para seus descendentes. Mas, a nossa educação, ao contrário do que devia acontecer, vai podando nossas potencialidades e dificultando nossa capacidade para acessar essas informações. A ciência e a religião, muitas vezes, ao longo do tempo, mutilaram nossas capacidades naturais, tratando com desprezo e preconceitos nossas percepções. Acredito, também, que estamos em rede, uns com os outros. Quando alguém sente em uma determinada hora, que um parente ou amigo, que mora distante, faleceu, e depois isso se confirma, temos uma prova da existência dessa rede entre as pessoas. Por que algumas descobertas ocorrem simultaneamente em lugares distantes? Há plágio, sincronicidade, ou essas pessoas entram em rede? Por que gêmeos que foram criados em lugares diferentes tem as mesmas preferências? A educação seria melhor se estimulasse nossas capacidades inatas. Pegue uma caneta ou um pincel, sem a menor preocupação, e, talvez você escreva uma bela poesia, um bom romance, ou pinte um quadro espetacular, sem precisar pegar carona em gente famosa que já faleceu. Nossa existência não começou na vida presente. Estamos aqui desde o começo de tudo!
Postado por Blog Orientação Educacional Vocacional
FONTE:
*Franklin Jorge
NAVEGOS
https://www.navegos.com.br/retrato-falado-de-anderson-tavares-de-lyra
Sigla | Descendente | Ascendente |
Filho | Pai | Pai |
Pai | Filho | Filho |
Neto- (1º) | Neto | Avô |
Bisneto - (2º) | Bisneto | Bisavô |
Trineto - (3º) | Trineto | Trisavô |
Tetraneto - (4º) | Tetraneto | Tetravó |
Pentaneto - (5º) | Pentaneto | Pentavô |
Hexaneto - (6º) | Hexaneto | Hexavô |
Heptaneto - (7º) | Heptaneto | Heptavô |
Octaneto- (8º) | Octaneto | Octavô |
Eneaneto - (9º) | Eneaneto | Eneavô |
Decaneto - (10º) | Decaneto | Decavô |


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